quarta-feira, 26 de abril de 2017

CENTENÁRIO DA MORTE DE PALMIRA BASTOS


A Biblioteca Escolar em colaboração com o Grupo de Português vai realizar o Concurso Literário Palmira Bastos (1875-1967) em homenagem à atriz .







Palmira Bastos que sempre quis ser atriz, estreou-se aos 15 anos e a partir de 1893 passou a integrar o elenco do Teatro Nacional D. Maria II.






Até ao fim da sua vida representou com o mesmo entusiasmo com que se estreou. É um dos maiores nomes do Teatro Português. Palmira Bastos uma mulher corajosa e determinada que nunca é demais recordar.





Regulamento
SECÇÃO I – INTRODUÇÃO
1º A prática regular de atividades como a leitura e a escrita é um fator primordial para o desenvolvimento intelectual das crianças e dos jovens. Estimulando a imaginação e a criatividade potencializa-se a aquisição de competências e de valores para o desenvolvimento de cidadãos livres e conscientes.
A Biblioteca Escolar em articulação com os professores de Português organiza o Concurso Literário “Palmira Bastos”, assinalando o cinquentenário da sua morte.
SECÇÃO II – DISPOSIÇÕES GERAIS
Objetivos
2.º São objetivos deste concurso:
a) Fomentar e consolidar hábitos de leitura e escrita;
b) Estimular o espírito de iniciativa;
c) Promover a escrita criativa;
d) Divulgar trabalhos de alunos;
e) Valorizar a expressão literária;
f) Motivar a aprendizagem e o domínio da língua portuguesa.
Tema
3º Todos os trabalhos deverão ser inspirados no tema “Palmira Bastos”.
Modalidades
4.º Os trabalhos podem ser apresentados em qualquer género literário e textual: texto literário; conto; poesia; teatro, entrevista ou poesia.
Destinatários
5.º O concurso destina-se a alunos do Agrupamento de Escolas de Portela e Moscavide do 2º ciclo do Ensino Básico até ao Ensino Secundário, divididos pelos seguintes escalões:
           A – alunos do 2º ciclo do Ensino Básico;
B – alunos do 3º ciclo do Ensino Básico;
C – alunos do Ensino Secundário
Prémios
6.º Todos os participantes receberão um Diploma de Participação.
7.º O melhor trabalho de cada escalão será exposto nas Bibliotecas Escolares, na página do Agrupamento e no Blogue das Bibliotecas, e será divulgado à comunidade educativa. 
8.º Os resultados do concurso serão comunicados na página do Agrupamento e no Blogue das Bibliotecas. 
 9.º Caso os trabalhos não apresentem qualidade, o júri reserva-se o direito de não atribuir prémios.
Júri
10.º Os trabalhos serão avaliados por um júri constituído por 3 elementos.
11.º O júri poderá atribuir Menções Honrosas aos trabalhos que considere merecedores de tal menção.
12.º Os prémios serão entregues em cerimónia pública.
SECÇÃO III – DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS
13.º O prazo de entrega dos trabalhos decorre até dia 31 de maio, devendo os mesmos ser entregues por mão própria na Biblioteca da Escola Secundária da Portela – Arco-íris.
14.º Cada concorrente poderá participar apenas com um trabalho.
15.º O texto deve ter no máximo 3 páginas formato A4, com espaçamentos de 1,5 entre linhas, com o tipo de letra arial, tamanho 11.
16.º Os trabalhos apresentados em poesia devem constituir apenas um poema.
17.º Todos os trabalhos devem ser devidamente identificados, com a indicação do escalão a que concorrem e da modalidade do trabalho apresentado.
18.º Os trabalhos devem ser apresentados com um título adequado.
Critérios de selecção
19.º Serão admitidos a concurso apenas os trabalhos que cumpram as disposições indicadas neste regulamento.
Critérios de avaliação
20.º os critérios de avaliação são os seguintes:
a)      Qualidade literária, criatividade e inovação;
b)      Coerência e coesão do texto;
c)       Correção linguística;
d)      Obediência às características do género literário e textual escolhido.
SECÇÃO IV – DIREITOS INTELECTUAIS/ DIREITOS DE AUTOR
21.º Só poderão ser submetidos a concurso textos inéditos, pelo que qualquer indício
de plágio será punível com a desqualificação do trabalho.
SECÇÃO V – DISPOSIÇÕES FINAIS
22.º A participação neste concurso implica a aceitação deste Regulamento.
23.º Este Regulamento encontra-se à disposição dos interessados na Biblioteca.
24.º Os originais e os documentos entregues para o Concurso Literário “Palmira Bastos” não serão devolvidos.
SECÇÃO VI – OMISSÕES
25.º Na eventualidade de existirem lacunas neste Regulamento, a organização reserva para si a integração das mesmas de acordo com os critérios próprios.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Estórias do meu mundo

Foi no dia 7 de março que a nossa mais jovem escritora, Leonor Ferreira, aluna do 6º ano da escola Gaspar Correia, lançou o seu livro "Estórias do meu mundo", na Biblioteca da Escola.

Depois de uma pequena dramatização, do primeiro capítulo do livro, realizada pela própria autora, por colegas da turma e amigos, 



coube à professora de português Filomena David apresentar a obra e a escritora, de quem teceu fortes elogios pela sua dedicação e perfecionismo.



Parabéns Leonor!




Com "Estórias do meu mundo" podes viver fantásticas aventuras!

Diverte-te com a Leonor, a Maria e o Sr. Bigodes (um ratinho muito especial)!

Fotografia

Por vezes lento,
ora súbito
vem um olhar
que se dispara
que passa
pelas mecânicas e luminosas
mãos do Artista.

Há um mundo
aquém do mundo
que se regista.

Em cada fotografia,
por outro Deus,
outra Criação aconteceu.

(eterna
porque o tempo
ali morreu.)

Joaquim Marques

















Sabíamos de outras ocasiões e sucedidos que andam por aí muitos talentos escondidos. Falo dos bondosos, é claro.

Quando na BE pensámos repetir uma experiência bem-sucedida de há alguns anos – uma exposição de fotografias de Professores, Alunos Funcionários nunca supusemos que se apresentassem ao serviço uma dúzia de fotógrafos e meia centena de trabalhos.

Mas foi o que aconteceu e aqui estão eles para nosso prazer e apreciação.

As fotografias são de tal nível que já está decidido que para o próximo ano lectivo serão feitas exposições individuais.
Joaquim Marques

terça-feira, 21 de março de 2017

Dia Mundial da Poesia

Os nossos alunos aceitaram o desafio, e escreveram poemas para o concurso Faça Lá um poema.
Estes foram os selecionados:

1º ciclo

Guardei a Cor do Mar

Guardei a Cor do Mar
Eu estava a passear
ao pé do mar,
pedi-lhe a cor emprestada
por dela gostar.

Então eu guardei-a
na minha bolsinha,
e quando a olhei
estava azulinha

Mas ele disse:
"Há uma condição,
tens de, em mim, nadar
ou a minha cor desaparecerá na tua mão".

Então foi assim,
fiz a minha missão
que era cumprir
a minha condição!

Ana Catarina Lopes Cardoso – 4º ano
EB1 Dr. Catela Gomes

2º ciclo

O Livro

É algo que nos enriquece
Que nos faz sonhar
E imaginar
Torna as coisas maiores.

Escrever um livro é
Ganhar asas
Sonhar acordado.

Quando lemos um livro
A imaginação aparece
Somos personagens reais.

Sentimos emoções como
Amor,
Raiva,
Tristeza.

A história
Ganha vida
E cativa-nos.

Tatiana Silva – 5º ano
EB2-3 Gaspar Correia

3º ciclo

O NOSSO AMOR

Amo-te! Desde Quando?
Não o sei.
Só sei que este amor
Despertou em mim,
Que à minha vida chegou
Sem eu o esperar,
E que ao meu coração chegou
Sem eu o procurar.
Amo-te! Desde quando?
Não o sei.
Desde que nos teus olhos me vi,
Desde que estremeço a teu lado,
Desde que quero estar onde tu estás.
Amas-me?
Compreendo-o… Sinto-o…
Quando ouço a tua voz estremecida,
Quando sinto sem ver que tu me olhas,
Quando pressinto que tu sonhas acordada.
Que bonito este amor que é alegria,
Que cresce connosco,
E que só morrendo, morrerá em nós…
Alegre dia!

David Portela Pereira – 7º ano
Escola Secundária da Portela - Arco Íris


Ensino Secundário 
  
Eu não escrevo

Eu não escrevo.
Eu faço muito mais que isso.

Eu deixo os meus pensamentos
Voarem no papel.
Tão violentamente como uma pena,
Tão levemente como um trovão.

Eu não escrevo.
Eu faço-me ouvir.

Eu grito e acordo
Todos aqueles que fingem dormir.
Acordem!

Eu não escrevo.
Eu entrego-me.

Eu revolto-me,
Eu estilhaço-me no papel.
E dói.
Porque, afinal de contas,

Eu não escrevo.
Eu liberto-me.

Corro nesta relva fresca de orações,
Sinto cócegas nos pés.
Com força arranco daquela velha árvore
Uma metáfora ou duas, para provar.
(São boas, sumarentas).

E é com esta força
Com que eu não escrevo,
Que faço magia.

Sim, porque eu não escrevo.

Eu faço muito mais que isso.

Margarida Valido – 10º ano
Escola Secundária da Portela – Arco Íris

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

"A Galeria de Arte" de Inês Oliveira Pires

 
Foi com grande alegria que nos dias 16 e 21 de fevereiro recebemos a nossa aluna Inês Pires, atualmente estudante do Curso de Medicina, para apresentação do seu livro A Galeria de Arte.


Sinopse:


Beatriz é uma jovem pronta para iniciar uma nova etapa da sua vida, talvez a mais aguardada ao longo dos anos. A entrada na faculdade. Associada a tal mudança surge um novo círculo de amigos, com o qual explora os aspetos inerentes à passagem pela juventude. Um retrato das vidas independentes de cinco amigos, que nos seus percursos se cruzam e se influenciam mutuamente, A galeria de arte é uma descrição da realidade atual dos jovens nas suas viagens pelo mundo das saídas noturnas, drogas de fácil acesso, descoberta do verdadeiro significado da orientação sexual, desavenças familiares e dramas entre colegas que todos vivenciam antes do ritual de entrada no mundo adulto. 






Durante 4 sessões, perante um auditório repleto, a Inês apresentou as personagens do seu livro e os enredos que se tecem à do sua volta, abordando os confrontos com a realidade com que os jovens se deparam.

Obrigada Inês, pela tua partilha!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Trabalhos Realizados na aula de Escrita Criativa com a Professora Carla Barreto

Uma menina inquieta

Uma menina inquieta

     Era uma vez uma menina que estava sempre, ou quase sempre, à janela. Todos queriam saber por que é que ela desviava sempre os seus pensamentos para lá.
     A família estava muito curiosa. Logo que chegava a casa, ia logo para a janela e assim que ouvia barulho, ninguém a tirava de lá.
     Um dia, a sua irmã mais velha viu-a a chorar. Perguntou-lhe por que chorava. A menina respondeu que chorava porque a janela não lhe mostrava o que queria ver.
     A irmã questionou o que ela poderia querer ver. A rapariga disse que queria ver alegria no mundo, em vez de guerras, mortes e desaparecimentos misteriosos.

Rita Ramos, 7.º B

Os sentimentos de uma flor

Os sentimentos de uma flor

              Era uma vez uma flor aparentemente muito feliz e sortuda com a sua beleza.
              Porém, ninguém sabia o que ela sentia assim que se aproximavam dela para a colher, quando ouvia o barulho da máquina de cortar a relva e quando avistava as crianças que vêm da escola e não reparam onde metem os pés...
              Ela sentia medo, nervosismo e raiva pelo mundo que a rodeava!
              Um dia, morreu. Morreu como todas as outras plantas, que morrem inocentes por causa do descuido humano.


Bárbara Coimbra, 7.º B

O voo de Ditosa

              O voo de Ditosa

    Já fazia duas horas desde que Ditosa deixara a Torre de S. Miguel. Voava em direção a Sul quando chocou com outra gaivota.
    - Desculpa, este é o meu primeiro voo. - desculpou-se Ditosa.
    - Não faz mal, também é o meu primeiro voo. - respondeu Sílvia.
    - Eu sou a Ditosa. Como te chamas? - apresentou-se Ditosa.
    - Eu sou a Sílvia. Voo em direção a Sul. - afirmou Sílvia.
    - Eu também. - reconheceu Ditosa – Graças a Zorbas, aos outros gatos e ao Humano.
    - Quem é o Zorbas? - questionou Sílvia.
    - Zorbas foi o gato que cuidou de mim, desde que eu era um ovo – grasnou Ditosa - Além disso, prometeu à minha mãe que iria cuidar de mim e ensinar-me a voar. Contou-me que a minha mãe tinha chegado coberta de petróleo até à sua varanda e com as últimas forças que lhe restaram, pôs o meu ovo.
    - Esse gato não te comeu? - duvidou Sílvia.
    - Não, é claro que não! - assegurou Ditosa.
    - Zorbas parece ser um gato muito bondoso - disse Sílvia – Mas, … como é que te ensinou a voar?
    - É uma boa pergunta, Sílvia. Primeiro, Sabetudo procurou a letra «L» na enciclopédia, para ver como Leonardo Da Vinci tinha construído a sua máquina de voar – relembrou-se Ditosa.
    - Então e depois? O que aconteceu? - questionou Sílvia, ansiosa pelo resto da história.
    - Ah! - exclamou Ditosa – Tentámos dezassete vezes e caí no chão em todas as tentativas.
    - Mas então, como é que sabes voar?- duvidou Sílvia.
    - Zorbas fez o que nenhum outro ser vivo faria. Quebrou o tabu dos gatos com um humano muito simpático.- disse Ditosa orgulhosamente.
    - O que é um tabu? – questionou Sílvia.
    - O tabu dos gatos, é a sua promessa de não falar com os humanos. E Zorbas quebrou-o para me ensinar a voar, como tinha prometido à minha mãe. - concluiu Ditosa.
    - Que gato corajoso! – exclamou, divertida, Sílvia – Vejo que passaste muitas aventuras.
    - E não é tudo! - prosseguiu Ditosa – Uns tempos depois de ter saído da casca, ia sendo comida por dois gatos malvados, se não fosse Zorbas...
Depois disso apresentou- me a Colonello, Sabetudo e Secretário e, mais tarde, a Barlavento, para verem se eu seria macho ou fêmea e foi nesse dia que me batizaram.
    - Uau! Que bela história! - comentou Sílvia – Tens mais peripécias?
    - Sim, Zorbas foi até às cloacas, onde moram as ratazanas, para lhes informar que eu estava sob a proteção dos gatos. Até lhes deu passagem livre pelo pátio, só para não me comerem – descreveu Ditosa.
    Assim, as duas gaivotas tornaram-se amigas e prosseguiram o seu voo em direção a sul.


Rita Ramos 7.ºB

Some students’ opinions on the play “What’s Up Romeo?” by Cleverpants (17 February)

Os alunos foram ao teatro, ver a peça “What’s Up Romeo?” by Cleverpants, no âmbito da disciplina de Inglês e inserida no Plano Anual de Atividades.



Ficam aqui algumas das opiniões dos alunos da professora Gina André:

   “I think the play was very cool! I liked it but sometimes I couldn’t understand it. My favourite part was when Romeo was dead but still texting on his phone. I enjoyed when they called some students up to the stage. The play wasn’t like I expected. It was much better!!”
By Carolina Brites;

    “Today, we saw the play “What’s Up, Romeo?”. In my opinion, it was a nice play. The actors were funny and really good. The story talks about two lovers from different families that hate each other. The two lovers have to fight to be together forever. I ‘ve learnt something with this play. It made me realise that if we really love someone, we have to fight for that person!.”
By Fábio Lopes;

“The play was funny and lovely but some parts weren’t so funny… I think Juliet was the best because she was funny and cute. I liked when they called some students to act with them. I liked their interpretation of the story “Romeo and Juliet” by William Shakespeare.”
By Carolina Lopes;

“The play was funny and creative. The characters were very funny and handsome. The story is about Romeo and Juliet who are two rival families- The Capulets and The Montecchio. Romeo and his friend go to a party in the Capulet’s house where he meets Juliet and falls in love with her right away. In the end, Romeo thinks Juliet is dead and kills himself. I liked the play because it was very funny and had good actors. It is a good play and I recommend it to anyone who wants to have a good time!.”
By Tomás Pires;

In my opinion, the play was really good. Personally, I think the actors acted very. They were entertaining. The story of the play was very romantic and funny. I laughed a lot! ”Romeo and Juliet” is such a classic story, so “What’s Up Romeo?” was even better! I think this play was the best I’ve ever seen. I really liked it!
By Rita Reis;

The play was funny because the actors interacted with us and some students went to the stage to act with them. I liked it because it was nice to see another version of the play “Romeo and Juliet”. My favourite part was when Juliet died to the sound of the music “Wrecking Ball”. I would like to see more plays like this!
By Miguel Seixas;

“I really liked the play and I wouldn’t mind watching it again.”
By Mário Lopes;

 “I loved the way they turned the story of Romeo and Juliet into something more modern. “

By Mariana Lourenço

The perfect school – Short Story

Trabalho realizado na aula de Inglês da professora Rosa Granado.


The perfect school – Short Story

Once upon a time, there was a little guy who was named Alfredo.
Alfredo was 10 years old and he was going to school for the first time.
In his country, the school was very different. At the beginning of the year each student had to choose seven subjects. Students could choose between English, Maths, Science, History, Arts and Crafts, French, Physics, Chemistry, Philosophy, Arabian, Theater or Physical Education. Once in a while school would offer new subjects. After choosing which subjects they would like to learn, School would give them a schedule with all the times and classrooms.
In Alfredo’s school there were no classmates. He would have different friends at different subjects.
In his school there was no homework, no mandatory books, no exercises. Each and every student had the right to do exercises at home whenever they wanted. There were also no tests. At the end of the year, students had to do an exam at each subject and if they failed 2 or more subjects, they would have to repeat the year.
Alfredo was very excited because his brother, who was in the 10th grade (the last compulsory one), had told him that he would do loads of projects, art works and every subject would be very practical and useful for life.
In the middle of every year each subject would do a fair. For example, a Science Fair, where students would compete for a prize that was given to the person who had created the best invention.
In these events, some of Alfredo’s brother’s friends had already discovered things that were being used in hospitals, physics centres and in other places.
This school was the best school in Alfredo’s country because it allowed students to express themselves, create new ideas and learn something that they actually liked.
The grades were also great because, instead of pressuring students to memorize all that was taught, teachers would teach students how to think and to be logical.

Mariana Alves 11ºC

School has a very important role in youngsters’ lives

Trabalho realizado na aula de Inglês da professora Rosa Granado




School has a very important role in youngsters’ lives. Most teenagers dislike it but in reality they don’t get it. School is meant to make us more intellectually independent, to give us a proper education and the tools we need for our future jobs.
We’re not all the same and school knows it. We’re all taught the same way. Nevertheless, we must be the creators of our own path. We can’t expect school to do all the work for us: they give us the tools and teach us how to build but we can’t expect them to make us a castle when in reality they’re only there to teach.
The biggest problem in school is sometimes the students who are expecting everything without putting in a significant amount of work. School has a purpose and those who get it succeed more easily in life.
That’s my opinion. I don’t see school or its purpose as a bad thing, (of course we can still unfortunately get a teacher who doesn’t care about us and doesn’t provide us the education we need but those are particular cases).
Not everyone has the luck to go to school and so we should embrace this privilege and make the most of this experience.

Sofia Singeis 11ºE

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Concurso Nacional de Leitura - Fase de Escola

Decorreram no dia 11 de janeiro, na Biblioteca Escolar, as provas escritas para selecção dos representantes da Escola Secundária da Portela na fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura.
No dia 20 decorreu a prova oral (leitura em voz alta) para desempate de três alunos com a mesma pontuação na prova escrita, ficando selecionados para a fase Distrital os seguintes alunos:

3º Ciclo do Ensino Básico:

Joana Carôla Bonito - 9º E
Gustavo Xavier - 7º C
Maria Inês Lourenço - 9º D

Suplentes:
Daniel Kruk - 8º E
Gonçalo Couto - 8º E

Ensino Secundário:

Guilherme Monteiro Soares - 11º A
Maria Eduarda Correia Ribeiro - 11º C
Bruna Freitas - 12º I

Suplentes:
Beatriz Teixeira - 12º I
Mariana Perpétua Alves - 11º C

Parabéns a todos os alunos que participaram nesta iniciativa promovida pela Biblioteca Escolar e pelos Professores de Português.

Obrigada a todos os professores que dinamizaram e/ou  fizeram parte do júri:

Dra. Carla Barreto;
Dra. Teresa Caldeira;
Dra. Maria João Pimentel;
Dr. Joaquim Marques.






sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Christmas Time

Love runs wild
Families unite
Happiness collides
When it’s Christmas time

Little kids with big dreams
Wait for presents to be under the tree
They believe with their whole life
That the old man will bring them here

Don’t be on the naughty list
If you want presents to exist
So behave and be kind
And you’ll get presents your whole life

When the Christmas spirit is around
Every family will be together
And Christmas will be like that
Forever and ever
  

  Mariana Lourenço, 8ºA